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Sistema para clínica de medicina nuclear: o que avaliar

Como escolher um sistema para clínica de medicina nuclear: agendamento de cintilografia, preparo pela IA, confirmação que protege a dose, laudo e faturamento.

Equipe Lora Clinic 7 min de leitura

Um sistema para clínica de medicina nuclear precisa organizar a agenda em torno do radiofármaco, garantir que o paciente chegue com o preparo certo e confirme a presença, e entregar o laudo assinado sem atraso. Como muitos radiofármacos têm meia-vida de poucas horas, cada falta custa caro. Veja o que avaliar, as perguntas para fazer ao fornecedor e como a Lora Clinic ajuda nessa rotina.

Por que a gestão de medicina nuclear é diferente

Quem trabalha com cintilografia e PET-CT sabe que a agenda não é só uma lista de horários:

  • O radiofármaco tem hora marcada. Em muitos serviços, as doses são encomendadas com antecedência e chegam numa janela definida. Paciente que não aparece é dose perdida e horário que não volta.
  • O exame acontece em etapas. Na cintilografia óssea, as imagens são feitas algumas horas depois da injeção. Na cintilografia miocárdica, há as fases de repouso e de estresse, no mesmo dia ou em dias diferentes, conforme o protocolo do serviço.
  • O preparo é detalhado. Suspender cafeína, jejum, medicamentos que o médico pode pedir para interromper, cuidado com a glicemia antes do PET-CT. São as mesmas perguntas todos os dias, no telefone e no WhatsApp.
  • A demanda vem em blocos. Mutirões, listas encaminhadas pelo SUS, dias concentrados para um radiofármaco específico.
  • O faturamento mistura SUS, convênios e particular, muitas vezes com uma guia diferente para cada exame.
  • A segurança radiológica tem regras próprias. Serviços de medicina nuclear seguem a norma 3.05 de segurança e proteção radiológica, editada pela CNEN e hoje sob a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), com responsáveis e registros definidos.

Um ponto importante, para não haver confusão: a Lora Clinic não faz o controle de atividade dos radiofármacos nem de rejeitos que a norma exige. O sistema cuida da agenda, do paciente, do laudo e do faturamento, que é onde a rotina mais perde tempo.

Checklist: o que um sistema para clínica de medicina nuclear precisa ter

RecursoPor que importa
Agenda por sala, equipamento e profissionalGama câmara e PET-CT são o recurso mais disputado do dia
Atendimento com vários serviços e horáriosCada etapa do protocolo no seu horário, ligada ao mesmo paciente
Reserva de vagas em loteMonta de uma vez o dia de um radiofármaco ou um mutirão
Preparo por exame enviado ao pacienteMenos exame suspenso na hora por preparo errado
Confirmação automática em várias etapasDá tempo de preencher a vaga antes de perder a dose
Leitura do pedido médicoO exame certo entra na agenda sem digitação
Laudo com assinatura ICP-Brasil e revisãoValidade jurídica e segunda leitura quando o caso pede
Guia por exame, SUS e XML TISSCada exame faturado com a sua autorização
Portal de resultadosO paciente busca o laudo sem ligar para a clínica

Agendamento de cintilografia na Lora Clinic

Cada etapa no seu horário

Na Lora Clinic, cada exame é cadastrado como um serviço, com duração, salas e equipamentos. Um atendimento pode reunir vários serviços, e cada um guarda o seu horário, a sua sala e o seu profissional. Assim, injeção e imagem, ou repouso e estresse, ficam no mesmo atendimento do paciente, inclusive em dias diferentes. A agenda mostra o dia em colunas por profissional, sala ou equipamento e confere conflito antes de gravar.

Reserva de vagas para o dia do radiofármaco

Quando o serviço concentra um tipo de exame num dia, a recepção usa a reserva de horários: monta o pacote de cada vaga, escolhe o dia e a janela, e as vagas nascem encostadas umas nas outras. Antes de criar, a prévia mostra o que está livre, ocupado ou fora do expediente. Depois, basta ocupar cada vaga com o paciente. Funciona bem para mutirões e para listas que chegam em bloco.

Confirmação que protege a dose

A automação de confirmação manda mensagens pelo WhatsApp (e por e-mail, se a clínica quiser) nas etapas que a clínica escolher, por exemplo três dias, um dia e duas horas antes. O paciente toca em Confirmar ou Remarcar. Quem confirma recebe o preparo de novo e a equipe é avisada. Quem quer remarcar continua a conversa com o agente de IA.

No rodapé da agenda, a barra de confirmação mostra quanto do dia já está confirmado. É uma leitura útil para decidir quem precisa de uma ligação antes de encomendar as doses.

Agenda do dia por sala na Lora Clinic, com exames, convênios e a situação de cada paciente

Preparo, pedido médico e dúvidas com a IA da Lora

O agente de IA da Lora atende no WhatsApp oficial da clínica, no Instagram e no Messenger ao mesmo tempo, com o nome, o gênero e a voz que a clínica escolher. Na medicina nuclear, ele:

  • Lê o pedido médico em foto ou PDF (uma cintilografia miocárdica de perfusão, por exemplo), casa o exame com o catálogo e anota o médico solicitante.
  • Confere se o convênio cobre o exame antes de oferecer horário.
  • Agenda nos horários livres da sala ou do profissional e só grava depois do "sim" do paciente.
  • Envia o preparo em PDF ao agendar, ao remarcar e ao confirmar. As orientações saem do preparo que a clínica cadastrou: o agente não inventa regra.
  • Respeita o prazo da clínica para mudanças. Pedido de remarcar ou cancelar perto demais do horário (o padrão é duas horas, ajustável por unidade) vai para a equipe.
  • Responde sobre o resultado pedindo CPF e data de nascimento, como o portal pede, sem comentar o conteúdo do laudo.

Se o paciente pede para falar com alguém, a conversa vai para a equipe com um resumo. O agente também atende as ligações feitas para o WhatsApp da clínica.

IA da Lora conversando com uma paciente pelo WhatsApp, marcando o exame e enviando o preparo

Imagens, laudo e entrega

Gama câmaras e PET-CT que enviam DICOM se conectam ao Lora Bridge, que roda dentro da clínica, serve a worklist com os dados do paciente para os equipamentos que a usam e recebe as imagens no exame certo. Aparelhos que só gravam arquivos numa pasta entram pelo Bridge Worker.

O laudo é escrito em modelos da clínica e assinado com imagem ou certificado ICP-Brasil, com QR code para validação. Um segundo médico pode revisar e assinar junto. Documento finalizado não se edita: a correção vira retificação, com a versão anterior guardada. Na entrega, cada exame tem protocolo e senha no portal, e a clínica pode ligar o aviso automático de resultado pronto pelo WhatsApp.

Faturamento: SUS, convênios e particular

  • Guia por exame: o campo do convênio pode ser preenchido em cada serviço, e o lote sai com uma guia por autorização.
  • SUS e convênios: o lote do SUS sai em planilha; o dos convênios, em XML no padrão TISS, obrigatório pela RN 501/2022 da ANS.
  • Tabelas de preço e de desconto: preço por serviço, descontos por item (por exemplo, um percentual na cintilografia óssea para uma parceria), coparticipação e regras de contrato.
  • Repasse: um padrão por convênio, com exceções por médico e por serviço. Quem lauda e quem revisa recebem pelo laudo.

Implantação e migração

A troca de sistema segue três passos. Primeiro, a migração de pacientes, agenda futura e histórico, conferidos com a clínica antes da virada. Depois, a configuração de salas, equipamentos, exames, preparos, convênios e do agente de IA, com treinamento usando os dados da própria clínica. Por fim, a virada acompanhada, com suporte pelo WhatsApp com pessoas.

Como escolher um software para medicina nuclear

Peça uma demonstração com os seus exames e o seu protocolo. Perguntas que ajudam:

  • Um mesmo atendimento aceita etapas em horários e dias diferentes?
  • Dá para criar de uma vez as vagas de uma janela do dia?
  • O preparo vai sozinho para o paciente? Vai de novo na confirmação?
  • Como o sistema mostra quem ainda não confirmou?
  • O faturamento aceita guia por exame e separa SUS de convênio?
  • A gama câmara entra por worklist? E o que não tem DICOM?
  • O que o sistema não faz e precisa continuar em outro controle?

A última pergunta é a mais reveladora. Um fornecedor sério diz com clareza o que fica de fora.

Perguntas frequentes

O sistema controla estoque e atividade de radiofármacos?

Não. Esse controle segue os registros exigidos pela norma de proteção radiológica. A Lora Clinic ajuda a organizar a agenda em torno do radiofármaco: vagas reservadas, confirmação e a lista do dia.

Como a IA lida com o preparo da cintilografia?

Ela envia em PDF o preparo que a clínica cadastrou e responde às dúvidas a partir dele. O agente não opina sobre tratamento nem sobre medicação, e a conversa pode ser passada para a equipe a qualquer momento.

Dá para faturar SUS e convênio no mesmo sistema?

Sim. Cada convênio, incluindo o SUS e o particular, tem as suas regras. Os convênios saem em XML TISS e o SUS sai em planilha.

A gama câmara se conecta ao sistema?

Se ela envia DICOM, sim, pelo Lora Bridge. Aparelhos que só gravam arquivos numa pasta entram pelo Bridge Worker.

E se o paciente quiser remarcar em cima da hora?

A clínica define o prazo mínimo para a IA mudar um agendamento. Abaixo dele, o pedido vai para a equipe, que decide se ainda dá para aproveitar o horário com outro paciente.

Conclusão

Um bom sistema para clínica de medicina nuclear protege o que é mais caro na rotina: o horário do radiofármaco e o preparo do paciente. A Lora Clinic junta agenda por equipamento, reserva de vagas, confirmação automática, IA no WhatsApp, laudo assinado e faturamento de SUS e convênios. Para ver isso com os exames do seu serviço, agende uma demonstração.

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